sexta-feira, 9 de março de 2012

Marcar presença ou fazer a diferença?

A gente vive para os outros. Tô errado? Deveríamos pensar em fazer a diferença ao invés de apenas, marcar presença. Quem vive para marcar presença, vive para os outros. Tá querendo ser notado. Apreciado. Até aí, tudo bem... acho. As pessoas vão notar a gente. Vão dizer: " - Olha ele(a) ali". E só. A gente fez algo marcante, diferente. Chamamos a atenção. Valeu. E daí? Sei lá. Pra mim, fazer a diferença é ir além. É saber o que quer. Não por querer parecer diferente, mas ser diferente por que é diferente. Entendeu? Não? O cristianismo nasceu diferente. O cristão primitivo, aquele dos primeiros séculos (faz tempo) era diferente do judaismo de onde emergiu. Diferente do paganismo onde estava inserido. Diferente no trato com as pessoas, nas escolhas e decisões, mas principalmente nas motivações interiores. Os caras amavam a Deus de verdade. Falavam de Jesus sem medo de "pagar mico". Aliás, não eram micos, eram "orangotangos". Faziam a diferença. Eram amados por uns e odiados por outros. Em suma: viviam por Deus, para Deus e em Deus. Pena que estes caras ficaram lá nas páginas da história... Será? Acho que ainda deve ter uns malucos por aí. Gente que vive a "loucura do evangelho". Gente que faz a diferença.

Fonte: Blog Observatório

Divulgação: Weslei Dian

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